A criança e a aprendizagem da língua escrita Olá colegas! Conforme a última postagem, aprender a ler e a escrever não é uma coisa simples. Temos as áreas de Broca e Wernicke envolvidas e suas conexões. Por isso minha proposta para o ensino e avaliação dessa habilidade é a criação de um ambiente que estimule essas áreas do cérebro para o domínio da língua escrita. No caso do ambiente escolar, pesquisar textos, exercícios, filmes, brincadeiras, jogos que irão despertar o gosto pela leitura e escrita. Tal atividade poderá sr dividida também como tarefa de casa, envolvendo a família no processo de aprendizagem. As pesquisas realizadas na área de leitura assinalam a importância de percepção da correspondência entre grafema/fonema. Para fazer uma trabalho adequado, as turmas não devem ser grandes para que o professor tenha possibilidade de acompanhar o desenvolvimento do seu aluno. Identificando alguma dificuldade, o correto seria ter uma avaliação multidisciplinar e encaminhar...
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Mostrando postagens de setembro, 2018
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Sônia Chaves Costa
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Sobre a capacidade de aprender a falar e a escrever Todos nós nascemos com a competência de aprender a falar, escrever e raciocinar, enfim, ter consciência. Porém, não basta ter essa competência sem a existência de uma estimulação do meio ambiente externo. Nosso cérebro tem janelas de abertura para a aprendizagem, se aproveitarmos a época certa, as habilidades serão desenvolvidas. Lembremos daqueles casos reais de crianças que foram criadas por animais selvagens, nos quais os filmes de Tarzan e Mogli, dentre outros, exemplificaram essa realidade: Quando nascemos, o cérebro está começando a fazer suas conexões, conforme estimuladas as áreas específicas, os neurotransmissores vão acionando as diversas partes do córtex pré-frontal envolvidas na aquisiçao desse conhecimento. A área de Broca é responsável pela expressão da fala, e a área de Wernicke é a área associativa auditiva, responsável pela compreensão da linguagem falada. Segundo o pesquisado...
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Sônia Chaves Costa
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Os ensinos médio, superior e as ações afirmativas. Nas últimas postagens do nosso blog falamos sobre a procura pelo ensino médio com vistas ao acesso a uma Faculdade. Bem como as atividades docentes levarem em conta a forma de ministrar aulas para atendimento ao conteúdo cobrado nesses processos seletivos. Ora, o acesso ao ensino superior não precisaria ser algo tão difícil de se conseguir aprovação. O problema brasileiro é o investimento que se faz na Educação. Sem vagas para todos, aqueles que conseguem um ensino de qualidade, acrescentando a isso pagar por um curso preparatório, acabam ocupando as vagas da universidade, sobretudo as públicas. Faço aqui um retorno ao passado recente sobre essa questão. Quando da implantação da política pública do acesso ao ensino superior no Brasil, em 2002, por meio das ações afirmativas, instalou-se uma polêmica na sociedade sobre a necessidade de uma política de cotas de acesso ao ensino superior com o viés racial, cotas pa...
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Sônia Chaves Costa
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Ainda sobre o Ensino Médio... Para uma aprendizagem baseada na solução de problemas, é necessário criar o hábito da pesquisa e de investigação. Se o professor está preocupado somente em preparar para fazer provas, com será criado o hábito da pesquisa? A metacognição poderia ser justamente utilizada nesse momento, acionando as funções executivas superiores do cérebro. Quando problematizamos o conteúdo e o aluno é o sujeito desse processo, ele será o responsável por planejar, monitorar e testar as soluções para o problema a ser investigado. Com uma aprendizagem assim, não basta somente a aula dentro de um espaço fixo, com cadeiras e quadro. Organização de trabalhos em grupo, escolha de filmes, pesquisas em bibliotecas, visitas a museus, etc.. Estruturada dessa forma, a aula passa a ser significativa, as conexões são multiplicadas, tudo é passível de ser conectado, tanto no conteúdo de uma determinada disciplina, como entre as outras disciplinas, ensino mu...
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Sônia Chaves Costa
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Vale a pena estudar 10 anos para começar a cursar o Ensino Médio a fim de fazer a prova do vestibular? Ficar na caixinha? Fiquei pensativa sobre essa questão de sair da caixinha. Minha irmã tem uma filha adolescente, terminando o ensino fundamental nesse ano. Agora, está refletindo em qual escola ela deverá cursar o ensino médio. Nessa procura, me deparei com essa questão do vestibular. São tantas informações a aprender ainda no ensino médio, um mundo se ampliando nessa fase, onde vamos multiplicando nossas conexões cerebrais. Como ficar presa em estudar de acordo com o que é exigido nos concursos vestibulares, no Enem,...? Além disso, esse ambiente urbano de violência, trânsito caótico, estresse em diversos tipos de atividades laborais, tudo implicará na vida desses jovens. Qual o mundo que vão encontrar e como será sua atuação profissional? Para tanto, sair dessa pré-ocupação do vestibular, buscar o autoconhecimento e pensar em ser feliz naquilo que se faz, ...
Para reflexão, nesse momento de eleição.
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Sônia Chaves Costa
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O texto abaixo é como se fosse uma metáfora para o nosso momento político de escolha dos próximos governantes.Sempre os candidatos lembram da área da educação, que vão investir nisso e naquilo. E nós ficamos confusos, no dividimos, e cada um vai fazendo a sua escolha. Está correto, vivemos numa democracia, sim, porém, o melhor é quando nos unimos e cobramos todos juntos o respeito para com o nosso trabalho, professores e técnicos da educação, sem hipocrisia e demagogia. Por isso, ao ler esse texto, além de lembrar do filme "Procurando Nemo", inferi que nós seríamos o peixinho pronto para ser devorado pelos grandes peixes. Porém, em uníssono, gritemos que não utilizem nossa causa somente na eleição, nossa luta é por mais verba, não ao sucateamento das escolas, não ao discurso do que deve ser ensinado sem uma consulta e escuta aos anseios da sociedade, respeitando a sua diversidade, nos respeitem! "Veloz" * Havia uma escola de peixinhos, os...
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Sônia Chaves Costa
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Memória e o fogo no Museu Nacional do Rio de Janeiro, Quinta da Boa Vista😢 Olá, pessoal! Essa semana é impossível não escrever sobre o incêndio que atingiu o Museu Nacional, no domingo, dia 02 de setembro, localizado em São Cristóvão, zona norte do Rio. Acredito que, para muitas pessoas da minha geração, ir visitar o museu num passeio da escola primária, hoje ensino fundamental I, era uma atividade normal no calendário escolar e um momento de aprendizagem prática e lúdica de muitas informações que aprendíamos nas salas de aula. Quem não se lembra desse passeio? Ainda mais quando era com a família, podendo passar o dia todo nesse lugar, ir ao jardim zoológico, deitar no gramado, contemplar a paisagem... Enfim, poderíamos dizer que essa visita ao Museu se tornava especial, inesquecível e assim passava de geração em geração ir conhecer esse museu. Mas, qual a importância dessa atividade? Era conhecer um pouco do nosso país, da ciência, penetrar num mundo de informações da...