Amanhã o projeto Escola Sem Partido volta a ser pauta na câmara e não podemos permitir que o PL seja aprovado trazendo seus inúmeros retrocessos. Vamos juntos! #EscolaSemCensurahttps://t.co/iwxGrYE7F0 pic.twitter.com/cwQqtRkD80
— ANPG (@anpg) 6 de novembro de 2018
Crônicas dedicadas a observar o agora - memórias, universo feminino, tecnologia, afetos e inquietações - e canecas personalizadas para os amantes da arte literária.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
Ainda sobre a consciência fonológica
Olá colegas,
Depois desse momento de polarização do processo eleitoral para presidente do nosso país, retomemos as nossas reflexões sobre um assunto muito caro ao povo brasileiro: a educação.
Conforme abordado anteriormente, a aprendizagem da leitura e escrita pelo som é mais efetiva do que pela imagem. Ou seja, o ensino dever ser centrado nos fonemas.Sendo assim, faz-se necessário ajudar a criança a identificar os sons que compõem uma palavra.
Para tanto, temos diversos jogos fonológicos e brinquedos cantados com a finalidade de trabalhar essa consciência fonológica. Seguem abaixo dois textos com algumas sugestões:
brincadeiras de roda, jogos de palavras com rimas iniciais, no meio e finais: - "Os jogos de consciência fonológica e suas contribuições para a alfabetização"
Disponível em: < http://www.unisalesiano.edu.br/biblioteca/monografias/56183.pdf>; e
- Livro Dinâmicas, brincadeiras e jogos educativos, de José Ricardo da Silva Ramos, págs. 96 a 114.
Pedro no Parque de Diversões -
Estimulando a Consciência Fonológica
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Consciência Fonológica
Conforme o que temos assinalado, atualmente a neurociência contribui com o trabalho do professor ao mostrar como funciona o nosso cérebro. Para tanto, atualizou a importância do consciência fonológica para a aprendizagem da língua escrita.
A fonologia fornecerá o meio efetivo de trabalhar a relação som/grafema. Esse reconhecimento se divide em 4 fases: pré-alfabética (desenho da letra, cor, forma), parcialmente alfabética (começa a fazer relação som-letra, mas ainda busca uma regularidade na imagem para decodificar, tendo dificuldade em ler palavras desconhecidas, porque ainda junta o visual e o fonema), alfabética plena (leitura mais precisa, capacidade de ler qualquer palavra, recodificando as letras em sons) e alfabética consolidada (padrões de sons e ortografia são armazenados na memória).
Nas atividades de alfabetização deverão ser pesquisados textos que possam despertar a atenção aos sons das palavras. Poderão ser utilizados textos com rimas, músicas folclóricas, provérbios, rimas, aliteração, assonância, onomatopeia.
Nas atividades de alfabetização deverão ser pesquisados textos que possam despertar a atenção aos sons das palavras. Poderão ser utilizados textos com rimas, músicas folclóricas, provérbios, rimas, aliteração, assonância, onomatopeia.
Observe esses exemplos de exercícios:
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018
15 de outubro - Dia do Professor
Mãos Dadas
(Carlos Drummond de Andrade)
Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
Eu dedico esse poema aos professores no seu dia especial de comemoração. Nosso momento político está atravessando uma fase de polarização, com as pessoas não se preocupando com propostas, mas em ser anti alguma coisa. E nós professores, no meio dessa discussão, reflitamos sobre como aproveitar a oportunidade para aprofundar conhecimentos históricos nas atividades de aprendizagem da sala de aula.
Assim como o poema de Drummond, eu desejo aos nossos colegas que sigamos unidos, enfrentando os problemas do nosso tempo presente, da vida presente, não nos fragmentando, mais unidos num só corpo de solidariedade, de mãos dadas.
O tempo presente é nossa matéria, nosso objeto de estudo.
Parabéns Professor
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sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Compreensão do erro na escrita do estudante
A escrita do aluno, mesmo que sinalize algum tipo de erro, permite que o professor compreenda a lógica do seu pensamento sobre a escrita. Para tanto, é preciso reconhecer quais os seus conhecimentos sobre a escrita, os sinais utilizados, o espaço do caderno, a direção da esquerda para a direita, o uso da letra ora maiúscula ora minúscula. São conhecimentos relevantes que organizam a língua escrita.
A aquisição da escrita é um processo complexo, envolvendo problemas de fala, quais sejam, problemas neurológicos, funcionais, motricidade orofacial, respiratórios... Além do contato com a cultura letrada, do ambiente familiar, na comunidade e na escola.
Por isso, nós devemos analisar qual tipo de erro é mais recorrente a fim de diagnosticar o bloqueio ou obstáculo, não somente tratar como questão de erros e acertos.
Texto baseado no livro:
A aprendizagem na educação de crianças e adolescentes, de Luiza Elena Leite Ribeiro do Valle (organizadora), editora Wak.
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terça-feira, 2 de outubro de 2018
Avaliação escolar da aprendizagem da língua escrita
Muitas vezes a avaliação escolar leva em conta somente os aspectos objetivos da escrita do aluno demonstrados nas provas, sem realizar antecipadamente um diagnóstico do meio ambiente onde vive o aluno.
Se o aprendiz está inserido numa família que domina pouco a linguagem escrita, onde a experiência verbal é de baixa frequência, com um repertório limitado de palavras, essa experiência vai aparecer na escola.
Daí a importância de um trabalho de sondagem/diagnóstico e multidisciplinar entre equipe pedagógica, psicopedagógica e os professores. A organização cerebral para aprender e fazer as conexões neurais precisa de estímulo e acompanhamento para explorar todo sua potencialidade.
A escola transmite modelos sociais que
são diferentes para cada grupo social a que o indivíduo pertence. Os educandos
possuem a sua visão de mundo, o seu saber de acordo com o conhecimento
elaborado pela interação com o seu grupo. Entretanto, os mesmos são retirados do
seu contexto social, do seu cotidiano, para serem inseridos num ambiente
cultural abstrato e num espaço que se pretende neutro que é a instituição
escolar.
Diversos grupos agem sobre o processo
educativo e influenciam seus resultados. O sistema escolar sempre sofreu as
marcas originárias dos diferentes grupos, quais sejam, os gestores
(coordenadores, diretores, supervisores, orientadores), o governo, os
políticos, os discursos institucionais dos diferentes níveis de hierarquia, os
discursos dos usuários.
Freire (2014, p.
25) assinala que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as
possibilidades para a sua produção. A relação professor e aluno não é uma
relação de sujeito-objeto, os dois são sujeitos nesse processo de
ensino-aprendizagem, “(...). Quem ensina
aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. (...)”.
O autor compreende o homem e a mulher
como seres históricos e inacabados, e foram aprendendo que socialmente, na
prática, era possível ensinar. Assim, o aprender precederia o ato de ensinar, quanto
mais se exercesse a capacidade de aprender, mas se desenvolveria a curiosidade
de saber, de conhecer.
Charlot (2012) assevera que a educação é
um direito antropológico. O nascimento possibilita a cada indivíduo o direito
de ser educado, permitindo a entrada num processo de humanização, de
socialização, de singularização. O autor assinala que é o ingresso numa
cultura.
De acordo com Charlot, a educação
consiste em ajudar alguém para que se torne um ser humano singular, pertencente
a uma sociedade, a uma comunidade, a um grupo humano e a uma cultura. Para o
autor, a emancipação consiste em ajudar alguém a superar os obstáculos encontrados
nesse processo.
Sua reflexão sobre a educação
emancipatória é que a prática educativa deve levar em consideração a “equação
pedagógica” de que “aprender = atividade intelectual + sentido + prazer”,
significa que os alunos estudem para entender o mundo, a vida, para crescer,
para se sentir inteligentes. Em seguida, Charlot fala sobre a dicotomia
professor de informação x professor de saber. O primeiro, transmite informação
que o estudante pode encontrar no Google; mas, o segundo, precisa avaliar a
informação, relacioná-la com outra e utilizá-la, a fim de resolver problemas ou
responder questões.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2018
A criança e a aprendizagem da língua escrita
Olá colegas!
Conforme a última postagem, aprender a ler e a escrever não é uma coisa simples. Temos as áreas de Broca e Wernicke envolvidas e suas conexões. Por isso minha proposta para o ensino e avaliação dessa habilidade é a criação de um ambiente que estimule essas áreas do cérebro para o domínio da língua escrita.
No caso do ambiente escolar, pesquisar textos, exercícios, filmes, brincadeiras, jogos que irão despertar o gosto pela leitura e escrita. Tal atividade poderá sr dividida também como tarefa de casa, envolvendo a família no processo de aprendizagem.
As pesquisas realizadas na área de leitura assinalam a importância de percepção da correspondência entre grafema/fonema. Para fazer uma trabalho adequado, as turmas não devem ser grandes para que o professor tenha possibilidade de acompanhar o desenvolvimento do seu aluno. Identificando alguma dificuldade, o correto seria ter uma avaliação multidisciplinar e encaminhar a criança para tratamento, caso seja diagnosticado algum problema neurológico ou emocional.
Para tanto, é necessário ter bons profissionais, que seja realizado um bom diagnóstico, e que não se medicalize qualquer tipo de problema sem a avaliação de um bom médico. Sabemos que, atualmente, todo tipo de comportamento diferente leva a medicalização da criança. Devemos ter cuidado e parcimônia nesse tipo de conduta.
Consulte os nossos vídeos, textos e filmes indicados na coluna do lado direito do nosso blog.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2018
Sobre a capacidade de aprender a falar e a escrever
Todos nós nascemos com a competência de aprender a falar, escrever e raciocinar, enfim, ter consciência. Porém, não basta ter essa competência sem a existência de uma estimulação do meio ambiente externo.
Nosso cérebro tem janelas de abertura para a aprendizagem, se aproveitarmos a época certa, as habilidades serão desenvolvidas.
Lembremos daqueles casos reais de crianças que foram criadas por animais selvagens, nos quais os filmes de Tarzan e Mogli, dentre outros, exemplificaram essa realidade:
Quando nascemos, o cérebro está começando a fazer suas conexões, conforme estimuladas as áreas específicas, os neurotransmissores vão acionando as diversas partes do córtex pré-frontal envolvidas na aquisiçao desse conhecimento.
A área de Broca é responsável pela expressão da fala, e a área de Wernicke é a área associativa auditiva, responsável pela compreensão da linguagem falada.
A área de Broca é responsável pela expressão da fala, e a área de Wernicke é a área associativa auditiva, responsável pela compreensão da linguagem falada.
Segundo o pesquisador Francisco Mora, "... Hoje sabemos que os circuitos neurais que codificam para transformar de grafema a fonema, o que você lê e o que você diz, não fazem conexões sinápticas antes dos seis anos."
Ou seja, quando passa esse tempo, a aprendizagem será um sofrimento ou nem será possível de que possa acontecer.
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sábado, 15 de setembro de 2018
Os ensinos médio, superior e as ações afirmativas.
Nas últimas postagens do nosso blog falamos sobre a procura pelo ensino médio com vistas ao acesso a uma Faculdade. Bem como as atividades docentes levarem em conta a forma de ministrar aulas para atendimento ao conteúdo cobrado nesses processos seletivos.
Ora, o acesso ao ensino superior não precisaria ser algo tão difícil de se conseguir aprovação. O problema brasileiro é o investimento que se faz na Educação. Sem vagas para todos, aqueles que conseguem um ensino de qualidade, acrescentando a isso pagar por um curso preparatório, acabam ocupando as vagas da universidade, sobretudo as públicas.
Faço aqui um retorno ao passado recente sobre essa questão. Quando da implantação da política pública do acesso ao ensino superior no Brasil, em 2002, por meio das ações afirmativas, instalou-se uma polêmica na sociedade sobre a necessidade de uma política de cotas de acesso ao ensino superior com o viés racial, cotas para negros.
De acordo com Silvério (2008), o início do século XXI teve início no Brasil com o debate em torno da educação no processo de desenvolvimento econômico e na promoção da justiça social. A grande novidade seria o surgimento das propostas de ação afirmativa.
Segundo o autor, tais propostas se inserem num contexto social no qual existem 2 questões fundamentais como pano de fundo, a saber: relação de causalidade entre escolarização e renda; e racial e étnico, que condicionariam a mobilidade educacional.
Embora os dados estatísticos demonstrem que, quando há aumento de escolarização, aumenta o salário, o mesmo não ocorre quando se compara a diferença de escolarização entre brancos e negros.
Para Costa (2004), no Brasil, na época do Império, em 1822, juridicamente, a nação estava livre. Porém, as estruturas tradicionais permaneciam inalteradas. Tínhamos herdado uma economia baseada no latifúndio exportador e escravista, uma tradição cultural de mentalidade senhorial:
"O desenvolvimento da cultura cafeeira veio reforçar esse quadro e tornar mais remotas, nesta primeira fase, as possibilidades de uma evolução para o trabalho livre. Por toda parte encontrava-se o escravo: nos canaviais, nos engenhos, nos campos de algodão, nas plantações de cacau, nas fazendas de café que se abriam no Vale da Paraíba e nas charqueadas do Sul. No campo e na cidade ele era o principal instrumento de trabalho." (pág. 167)
Costa relata que na Carta Constitucional de 1824 assegurava-se as garantias individuais ao incluir dispositivos da Declaração dos Direitos do Homem, aboliam-se os privilégios e igualava-se a todos perante a lei, mas resguardava-se a propriedade como um direito inalienável e imprescindível do homem, gerando conflitos entre liberdade x direito de propriedade, mantendo a escravidão, o que não preocupava a maioria dos políticos.
E com isso, pouco tempo após a Independência, havia cerca de 2 milhões de habitantes livres e 1 milhão e 150 mil de escravos, concentrados principalmente no Nordeste e na Bahia (zonas tradicionalmente açucareira), nas antigas áreas de mineração e no Rio de Janeiro. Ser dono de terras e escravos eram os ideais da época, possuir escravo conferia prestígio social. Entre os anos de 1840 e 1850 entraram no país uma média de 30 a 40 mil negros por ano, segundo Costa (2004). O contrabando de escravos trazidos da África era altamente lucrativo, embora existisse um decreto, de 1831, declarando livres todos os escravos vindos de fora do Império e impondo severas penas aos traficantes de escravos. Só que a lei era ineficaz. Como os ingleses tensionavam com o Brasil, seus produtos e mercadorias invadiram o mercado brasileiro, como eles eram contra a escravidão, então prosseguiu-se com o tráfico de escravos, era um motivo de desafiar os ingleses. Tal atitude levou ao excesso de escravos e endividamentos dos fazendeiros. Esse era uma assunto que dividia a opinião pública, alguns fazendeiros viram na interdição do tráfico motivo de ganho político. Diante desse contexto, o contrabando de escravos diminuiu, datando de 1856 os últimos desembarque de escravos.
A condição de vida dos escravos era extremamente precária, as Santas Casas prestavam grandes serviços aos fazendeiros recolhendo os seus escravos. Negros, velhos e doentes, abandonados pelos senhores, perambulavam pelas estradas a mendigar a caridade pública nas cidades.
Tentou-se, através de leis, cercear os abusos cometidos. Cotegipe (Costa, 2005) apresentou à Câmara dos Deputados, em 1854, um projeto que obrigava os senhores a sustentar e manter os escravos alforriados por doença, mas a lei não obteve resultado, a situação de desamparo prosseguia: os precários conhecimentos médicos e o primitivismo da terapêutica improvisada, as más condições higiênicas da senzala, a deficiência de alimentos e do vestuário, as penosas condições de trabalho, tudo contribuía para o alto índice de mortalidade da população escrava. Acrescenta-se à essa situação, a promiscuidade, muitas vezes imperava a licença sexual, não eram raros que os filhos das numerosas ligações resultassem numa população escrava mestiça, às vezes, quase branca.
As afirmações sobre a suavidade do sistema escravista no Brasil, ou sobre a atitude paternalista dos fazendeiros, os retratos do escravo fiel e do senhor benevolente, que acabaram fixando na Literatura e na História, não passariam de mitos forjados pela sociedade escravista para a defesa de um sistema que julgava imprescindível.
Diante desse relato de nossos pesquisadores, era necessária sim uma política de ação afirmativa no Brasil.
SILVÉRIO, Valter Roberto. O IFP e a ação afirmativa na pós-graduação brasileira. In.: ZONINSEIN, Jonas; FERES JÚNIOR, João (Orgs.). Ação Afirmativa no Ensino Superior Brasileiro. Belo Horizonte: Editora UFMG; Rio de Janeiro: IUPERJ, 2008. p.215-241
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Ainda sobre o Ensino Médio...
Para uma aprendizagem baseada na solução de problemas, é necessário criar o hábito da pesquisa e de investigação. Se o professor está preocupado somente em preparar para fazer provas, com será criado o hábito da pesquisa?
A metacognição poderia ser justamente utilizada nesse momento, acionando as funções executivas superiores do cérebro. Quando problematizamos o conteúdo e o aluno é o sujeito desse processo, ele será o responsável por planejar, monitorar e testar as soluções para o problema a ser investigado.
Com uma aprendizagem assim, não basta somente a aula dentro de um espaço fixo, com cadeiras e quadro. Organização de trabalhos em grupo, escolha de filmes, pesquisas em bibliotecas, visitas a museus, etc..
Estruturada dessa forma, a aula passa a ser significativa, as conexões são multiplicadas, tudo é passível de ser conectado, tanto no conteúdo de uma determinada disciplina, como entre as outras disciplinas, ensino multidisciplinar e interdisciplinar. A escola pode incluir em seu planejamento a possibilidade do professor dividir sua carga horária levando em conta essa didática.
O resultado final desse processo de aprendizagem é, sobretudo, a construção de conhecimentos.Atualmente, temos a tecnologia que facilita o planejamento das atividades, lançando mão de aplicativos e outros recursos de multimídia. O professor disponibiliza uma oportunidade de construção de aprendizagem, onde a prova será apenas uma etapa dessa aprendizagem.
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sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Vale a pena estudar 10 anos para começar a cursar o Ensino Médio a fim de fazer a prova do vestibular?
Ficar na caixinha?
Fiquei pensativa sobre essa questão de sair da caixinha. Minha irmã tem uma filha adolescente, terminando o ensino fundamental nesse ano. Agora, está refletindo em qual escola ela deverá cursar o ensino médio. Nessa procura, me deparei com essa questão do vestibular.
São tantas informações a aprender ainda no ensino médio, um mundo se ampliando nessa fase, onde vamos multiplicando nossas conexões cerebrais. Como ficar presa em estudar de acordo com o que é exigido nos concursos vestibulares, no Enem,...?
Além disso, esse ambiente urbano de violência, trânsito caótico, estresse em diversos tipos de atividades laborais, tudo implicará na vida desses jovens. Qual o mundo que vão encontrar e como será sua atuação profissional?
Para tanto, sair dessa pré-ocupação do vestibular, buscar o autoconhecimento e pensar em ser feliz naquilo que se faz, utilizar as múltiplas inteligências, conforme Howard Gardner, é a saída para procurar uma escola que privilegie a formação do jovem para além das provas de concurso vestibular.
Talvez, com esse novo paradigma, os jovens poderão extravasar suas emoções, ampliar seu relacionamento intra e interpessoal.
Fica essa dica para orientar em qual escola escolher para atender mais o perfil do seu filho.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Para reflexão, nesse momento de eleição.
O texto abaixo é como se fosse uma metáfora para o nosso momento político de escolha dos próximos governantes.Sempre os candidatos lembram da área da educação, que vão investir nisso e naquilo. E nós ficamos confusos, no dividimos, e cada um vai fazendo a sua escolha. Está correto, vivemos numa democracia, sim, porém, o melhor é quando nos unimos e cobramos todos juntos o respeito para com o nosso trabalho, professores e técnicos da educação, sem hipocrisia e demagogia.
Por isso, ao ler esse texto, além de lembrar do filme "Procurando Nemo", inferi que nós seríamos o peixinho pronto para ser devorado pelos grandes peixes. Porém, em uníssono, gritemos que não utilizem nossa causa somente na eleição, nossa luta é por mais verba, não ao sucateamento das escolas, não ao discurso do que deve ser ensinado sem uma consulta e escuta aos anseios da sociedade, respeitando a sua diversidade, nos respeitem!
Por isso, ao ler esse texto, além de lembrar do filme "Procurando Nemo", inferi que nós seríamos o peixinho pronto para ser devorado pelos grandes peixes. Porém, em uníssono, gritemos que não utilizem nossa causa somente na eleição, nossa luta é por mais verba, não ao sucateamento das escolas, não ao discurso do que deve ser ensinado sem uma consulta e escuta aos anseios da sociedade, respeitando a sua diversidade, nos respeitem!
"Veloz" *
Havia uma escola de peixinhos, os quais viviam felizes no oceano. Um deles possuía dons tão extraordinários, que seus amigos lhe deram o apelido de "Veloz".
Certa vez, um peixe enorme passou perto da escola olhando todos os peixinhos com ar inocentes, de repente, engoliu todos, exceto Veloz, que deu um jeitinho de escapar.
Veloz escapou; por ser pequeno, era muito cauteloso quando via um peixe maior do que ele. Era tão rápido e ágil, que deixava furiosos os peixes maiores; saltava por cima deles e desaparecia em seguida como uma flecha, antes que pudessem pegá-lo.
Veloz estava resolvido a explorar todas as belezas do mundo subaquático e não queria deixar que o medo o impedisse. Enquanto o resto de seus amigos ficava comendo, ele continuava a fazer sozinho, corajosamente, suas viagens de descobrimento.
Muito tempo depois, encontrou outra escola de peixinhos exatamente como a sua. Como se sentiu feliz ao encontrar companhia novamente! Eles o escutavam, encantados, quando lhes descrevia os espetáculos que contemplara nos lugares que havia visitado. Falou-lhes da triste sorte da última escola da qual fizera parte, e eles admitiram que também tinham medo dos peixes grandes.
Veloz, todavia, era esperto e aprendera muito sobre como sobreviver em suas viagens solitárias pelo oceano.
"Ouçam-me", disse aos peixinhos. "Só existe uma maneira de continuarmos vivos e de desfrutarmos tudo aquilo que a vida nos oferece: devemos nos unir para ficarmos juntos. Agrupemo-nos de forma a parecermos um peixe enorme; assim, vamos incutir temor em todos os peixes grandes e eles nos deixarão em paz."
Os peixinhos se agruparam em forma de peixe, com Veloz à frente, como olho vigilante de uma criatura disfarçada. Viajando unidos, exploraram o mar, felizes e tranquilos. A partir de então, os peixes grandes os temiam e respeitavam.
Anônimo
*do livro "Estratégias e jogos pedagógicos para encontros", pág. 130, de Marta Lucia Bolivar Gutiérrez [et al.]
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Memória e o fogo no Museu Nacional do Rio de Janeiro, Quinta da Boa Vista😢
Olá, pessoal!
Essa semana é impossível não escrever sobre o incêndio que atingiu o Museu Nacional, no domingo, dia 02 de setembro, localizado em São Cristóvão, zona norte do Rio.
Acredito que, para muitas pessoas da minha geração, ir visitar o museu num passeio da escola primária, hoje ensino fundamental I, era uma atividade normal no calendário escolar e um momento de aprendizagem prática e lúdica de muitas informações que aprendíamos nas salas de aula. Quem não se lembra desse passeio? Ainda mais quando era com a família, podendo passar o dia todo nesse lugar, ir ao jardim zoológico, deitar no gramado, contemplar a paisagem...
Enfim, poderíamos dizer que essa visita ao Museu se tornava especial, inesquecível e assim passava de geração em geração ir conhecer esse museu.
Mas, qual a importância dessa atividade? Era conhecer um pouco do nosso país, da ciência, penetrar num mundo de informações da humanidade. Sairmos da "caixinha", aprender o que aconteceu no passado, como somos resultados dessa história. Para chegarmos até aqui, houve pessoas que construíram esse percurso, essa estrada. Nesse lugar, poderíamos analisar a arte de vários povos, a arquitetura, os tipos de animais, o resultado do trabalho de vários pesquisadores.
Antropólogos, biólogos, historiadores, paleontólogos, todas essas pessoas buscando resquício do passado para reconstruir a trajetória da evolução do homem, da mudança do nosso planeta... Sim, mesmo quem não visitou, mas esse museu está na memória coletiva do nosso povo.
E, quando ocorre esse incêndio, é a nossa história enquanto povo, enquanto nação, que se transforma em cinzas. Não somos seres isolados, nesse momento é o sentimento de coletividade que está em jogo. Não importa quem visitou ou não o museu, a memória coletiva que passa de geração para geração atualiza esse passado reconstruído. Por meio da troca e do discurso nos grupos sociais, choramos todos pelo que representa essa perda do nosso registro do passado.
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
sábado, 25 de agosto de 2018
Tudo passa pela emoção
Pelo que temos visto até aqui sobre o cérebro, percebemos a importância da emoção na aprendizagem no sentido de memorizar algo. Não, não é a simples memorização,é a retenção dos conhecimentos que achamos relevantes.
E, para tanto, tem que tocar nosso interesse, chamar nossa atenção... Sensibilidade é a palavra-chave no processo de ensino-aprendizagem.
Lendo o livro de Maria Teresa Esteban, "O que sabe quem erra", selecionei um tema que vou trazer para a nossa reflexão: mais importante do que classificar os erros e acertos dos alunos, faz-se necessário compreender a avaliação do processo de aprendizagem que permite diferentes caminhos, atalhos e desvios para construir o conhecimento, os quais podem levar a novos rumos de acordo com os fluxos de pensamentos, sentimentos e as conexões realizadas.
Pensemos nisso.
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Fatores para maximizar o cérebro:
- Atividade física
- Aprendizados novos (descobertas ativam curiosidade, desafio e imaginação)
- Complexidade coerente (ambiente tranquilo, alegre, sem caos, tédios e conflitos)
- Níveis de estresse sob controle (escola com excesso de barulho, iluminação fraca, por exemplo)
- Suporte social (o convívio com outras pessoas)
- Boa alimentação
- Disponibilidade de tempo.
O professor
Deve questionar: qual a melhor forma de apresentar isso aos alunos, de modo que eles reconheçam como significante.
- Terá mais chance de ser significante aquilo que tenha ligações com o que já é conhecido.
- É bom que os alunos assumam um papel ativo, que não sejam meros expectadores.
- Outra questão é a manutenção por um tempo prolongado da atenção, a tendência é que o foco seja desviado. Portanto, exposições muito extensas dificilmente serão capazes de manter a atenção.
O adolescente
- O papel dos pais é o da mediação. Gerenciar os riscos, manter envolvimento na vida deles.
- A tendência natural do cérebro adolescente é explorar, arriscar-se e socializar.
- Os pais devem oferecer alternativas mais seguras para que seus filhos possam se arriscar de maneira
mais segura: esportes, acampamento, trilha, uso de capacetes, equipamento de segurança para andar de skate.
- O adolescente deve ser orientado neste período com foco, amor e envolvimento.
A criança
Leia:https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/neurocienciada-respaldo-as-psicoterapias-usadas-para-solucao-rapida-de-transtornos
A atenção
- O cérebro está permanentemente preparado para aprender os estímulos significantes e aprender as
lições que possam decorrer.
- Porém, só está disposto a fazê-lo para aquilo que reconheça como significante.
- Para tanto, no caso da escola, a maneira de capturar a atenção é apresentar o conteúdo a ser estudado de maneira que se reconheça como importante.
- Atividade física
- Aprendizados novos (descobertas ativam curiosidade, desafio e imaginação)
- Complexidade coerente (ambiente tranquilo, alegre, sem caos, tédios e conflitos)
- Níveis de estresse sob controle (escola com excesso de barulho, iluminação fraca, por exemplo)
- Suporte social (o convívio com outras pessoas)
- Boa alimentação
- Disponibilidade de tempo.
O professor
Deve questionar: qual a melhor forma de apresentar isso aos alunos, de modo que eles reconheçam como significante.
- Terá mais chance de ser significante aquilo que tenha ligações com o que já é conhecido.
- É bom que os alunos assumam um papel ativo, que não sejam meros expectadores.
- Outra questão é a manutenção por um tempo prolongado da atenção, a tendência é que o foco seja desviado. Portanto, exposições muito extensas dificilmente serão capazes de manter a atenção.
O adolescente
- O papel dos pais é o da mediação. Gerenciar os riscos, manter envolvimento na vida deles.
- A tendência natural do cérebro adolescente é explorar, arriscar-se e socializar.
- Os pais devem oferecer alternativas mais seguras para que seus filhos possam se arriscar de maneira
mais segura: esportes, acampamento, trilha, uso de capacetes, equipamento de segurança para andar de skate.
- O adolescente deve ser orientado neste período com foco, amor e envolvimento.
A criança
- Hoje se fala muito em hiperatividade e transtorno de déficit de atenção, mas depressão e ansiedade atingem um número até três vezes maior de crianças, com sintomas muito mais complicados.
- A criança muitas vezes está agitada na sala porque o pai vai buscá-la no fim da aula e fica desatenta. - Ela não é hiperativa, tem um quadro de ansiedade.
- Um bom terapeuta tem que saber identificar isso - exemplifica Fábio Barbirato, que explica aos pais sobre desenvolvimento normal, o que esperar de uma criança de 5 anos à luz da neurociência.
- Se os pais esperam que a criança arrume o quarto e faça letra cursiva com certa idade, estão errados. - Ela não tem capacidade neurocientífica pra isso.
- Uma região do cérebro precisa estar desenvolvida pra isso e ainda não está. Ao fazer isso, os pais podem desencadear um estresse no hipocampo e um quadro de ansiedade.
A atenção
- O cérebro está permanentemente preparado para aprender os estímulos significantes e aprender as
lições que possam decorrer.
- Porém, só está disposto a fazê-lo para aquilo que reconheça como significante.
- Para tanto, no caso da escola, a maneira de capturar a atenção é apresentar o conteúdo a ser estudado de maneira que se reconheça como importante.
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Resenha palestra do professor
Alexandre Rezende (PUC-Campinas)
De acordo com o professor Alexandre Rezende, apesar da necessidade constante nesse século de se pensar como funciona o cérebro na aprendizagem do aluno, desde das décadas de 70 e 80, já se pensava em trazer para a sala de aula essa temática. A neurociência como uma forma de melhorar o rendimento dos estudantes.
Questionando sobre se o aluno sabe estudar, o professor abordou que, inserida na grande área da Neuroeducação, três ramos fariam parte desse processo, quais sejam: a neurociência, a psicologia e a pedagogia.
Ele acrescentou outro ramo nesse processo, a Educação Física. O palestrante asseverou que exercícios físicos (caminhar, correr, mexer o corpo) melhora a capacidade cognitiva. Outro fator importante, segundo ele, é a Nutrição, principalmente por causa da glicose, pois algumas dietas estimulariam a neuroplasticidade/organização dos neurônios.
O hipocampo: memória de curto prazo, não é consolidado.
O lobo frontal: importante para a memória de trabalho.
A emoção mobiliza a atenção e a percepção. É um sinalizador interno de que algo importante está acontecendo.
O fenômeno emocional tem raízes biológicas e foi mantido na evolução exatamente por seu valor para a sobrevivência das espécies e dos indivíduos.
Um fator importante a ser considerado é que o córtex pré-frontal é lento em seu desenvolvimento e até a adolescência não está maduro, inclusive na sua capacidade de inibir impulsos.
As emoções controlam os processos motivacionais, no momento que experimentamos uma carga emocional, ficamos mais vigilantes e que nossa atenção está voltada para os detalhes considerados importantes.
Contudo, é preciso lembrar que as emoções podem ser prejudiciais por outro lado, pois a ansiedade e estresse os hormônios glicocorticoides secretados pela suprarrenal atuam nos neurônios do hipocampo, chegando a destruí-los.
Portanto, o ambiente escolar precisa ser planejando de forma a mobilizar as emoções positivas: estimulante, alegre, relaxamento e que minimize a ansiedade.
Projeto “Apoio Psicopedagógico”
Psicopedagoga: Sônia Chaves Costa
Tema:
Dificuldades de aprendizagem: quais são
as causas?
Título:
Apoio psicopedagógico e mediação
escolar: uma solução para o fracasso escolar.
Problema: Pode o aluno não ser
diagnosticado com problemas neurológicos, mas no cotidiano da sala de aula não
conseguir acompanhar os conteúdos apresentados pelo professor, resultando num
processo de fracasso escolar?
Justificativa: Definindo-se como um
campo complexo, a escola é um espaço de aprendizagem da educação formal. O
apoio psicopedagógico irá atuar como uma ponte que permite um trabalho
multidisciplinar de toda a equipe envolvida na educação e seus problemas de
aprendizagem, incluindo fonoaudiólogo, médico, psicólogo, professores, a família,
a fim de possibilitar a superação dos obstáculos que contribuem para a
dificuldade de aprendizagem.
Objetivo geral: Este trabalho tem o
objetivo de trazer à consideração a característica de mediador do psicopedagogo
para tratar da aprendizagem.
Objetivos Específicos:
* Descrever as características
observadas do aluno que apresenta a dificuldade de aprendizagem.
* Analisar as queixas e dificuldades
observadas
* Diagnosticar possíveis causas da
dificuldade de aprendizagem, incluindo as características oriundas de diversos
setores, pertença ao grupo social e representações sociais do ambiente do
aluno: escolar, familiar e comunidade externa.
Hipótese: Os saberes
socialmente construídos pelos alunos na sua vida cotidiana influenciarão a
aprendizagem mais significativa dos conteúdos apresentados nas
instituições de ensino.
Delimitação: Apoio psicopedagógico
aos alunos das escolas das redes privada e pública do Méier e adjacências.
Procedimento Metodológico: A metodologia será
orientada pela anamnese. Busca-se analisar o motivo da consulta, a constituição
da família, a relação pessoal do aluno com os seus familiares e amigos, sua
rotina, o histórico do seu comportamento em diversos ambientes bem como a
abordagem do conteúdo ensinado na escola, em seus aspectos formais e a recepção
pelos alunos tanto no sentido do valor para a sua aprendizagem como para a
relação com a comunidade na qual está inserido.
Recursos: atendimento em consultório, com material próprio e tempo de duração da
consulta 30 minutos.
Para análise, serão utilizados como
apoio os livros de alguns teóricos sobre o assunto, dentre outros, tais como:
1- O
mal-estar na escola, de José Outeiral.
2- Neurociência
e Educação, de Ramon M. Cosenza e Leonor B. Guerra
3- Atenção
e hiperatividade: o que é e como ajudar, de Luís Augusto P. Rhode e
Edyleine B. P. Benczik.
4- Psicopedagogia
clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar,
de Maria Lúcia L. Weiss
5- Problemas
de aprendizagem, de Elisabete da Assunção José e Maria Teresa Coelho.
6- A
aprendizagem na educação de crianças e adolescentes, de Luiza Elena
Leite Ribeiro do Valle.
7- Inteligência
Emocional, de Daniel Goleman.
8- Jogos
para a estimulação das múltiplas inteligências, de Celso Antunes
9- Avaliação
Psicopedagógica da criança de 0 a 6 anos, de Vera Barros de Oliveira e
Nádia A. Bossa.
10- Avaliação Psicopedagógica da criança de 7 a 11 anos, de Vera
Barros de Oliveira e Nádia A. Bossa.
11- Avaliação
Psicopedagógica do adolescente, de Vera Barros
de Oliveira e Nádia A. Bossa.
12- Desenvolvimento Psicológico e Educação, de César Coll, Jesús
Palacios e Alvaro Marchesi.
13- Leitura, Escrita e Dislexia: uma análise cognitiva, de
Andrew W. Ellis.
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